ASMIR - Três Corações
           
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
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ASMIR
Três Corações


COMUNICADO
AOS ASSOCIADOS

2017 foi o ano do nosso


Comemoramos 25 ANOS de existência da ASMIR... E o mérito é todo seu que sempre nos honrou com sua presença, dedicação e apoio.

Muitos obstáculos foram transpostos e batalhas vencidas para que pudéssemos chegar ao estágio atual.

Parabenizamos e agradecemos aos nossos Associados pelo convívio, amizade e confiança que nos é depositada.

Esperamos poder sempre contar com a participação e presença de todos.


Junte-se a nós!
...
E lembre-se de nosso lema:


"O IMPORTANTE É EXISTIR"
 


                                                                               
                                                                               
  Extrato do ESTATUTO da ASMIR  
   
 

ASSOCIAÇÃO DOS MILITARES DA RESERVA DE TRÊS CORAÇÕES, designada abreviadamente por “ASMIR – Três Corações” é uma associação brasileira com personalidade jurídica de direito privado, organizada sob regime das Sociedades Civis e regida por Estatuto próprio.
Foi fundada em 7 de Setembro de 1992, em reunião realizada na cidade de Três Corações por um grupo de Militares da Reserva, e encontrando-se instalada em sede própria, na cidade de Três Corações, estado de Minas Gerais - Brasil.
É constituída de um quadro social de duração e número indeterminados, composto por  Militares  da

 
   
   
   
   
   
 

Reserva e Inativos da Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Militares Inativos das Forças Auxiliares (Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar), e Pensionistas.

A ASMIR – Três Corações é uma entidade beneficente, sem fins lucrativos, de caráter cultural, recreativo e social, tendo como finalidades:

· Fortalecer e estreitar os laços de união e camaradagem entre seus associados;

· Defender interesses da classe, visando o benefício dos seus sócios e familiares;

· Reverenciar as datas históricas dos feitos das Forças Armadas em campanhas externas e acontecimentos nacionais, cultuando a memória daqueles que nelas tombam, bem como associar-se às comemorações das grandes datas nacionais incentivando o Civismo;

· Proporcionar aos seus associados e familiares assistência nos campos beneficente, cultural, recreativo e social; e,

· Manter intercâmbio com as Associações congêneres em âmbito nacional e internacional.

Constituem símbolos da ASMIR – Três Corações:

 
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
 

O Pavilhão:

Constituído de um campo vermelho e azul, em partes iguais, formando um retângulo, e um losango branco, tendo no centro o emblema da ASMIR. As cores do Pavilhão têm a seguinte representação simbólica: o vermelho e o azul, as cores do Exército; o azul e o amarelo as cores da ASMIR; o branco representa a paz; e o símbolo das forças armadas a união dos nossos associados.

 
   
   
   
   
 

O Emblema:

Constituído de escudo francês com fundo azul turquesa, sobre o qual sobrepõe um círculo amarelo, contendo dois ramos de café nas laterais, no centro superior a sigla ASMIR, e no centro inferior a sigla TRÊS CORAÇÕES; e no centro uma esfera azul contendo o símbolo das Forças Armadas.

 
   
   
   
 

A Flâmula:

Na fórmula tradicional é a reconstituição do Pavilhão, medindo 50cm de comprimento e 18cm na parte mais larga, debruada em branco e contendo ao centro o emblema.

 
   
   
 

O Distintivo:

Consiste na miniatura do emblema, fundido em metal com 2,0 cm de comprimento e 1,5 cm de largura.

                 
                   
   
O Brasão:
Composto de escudo tipo português terciado com  o primeiro campo em azul marinho, o segundo campo em verde bandeira, e o terceiro campo em ouro. Em Chefe, ao Centro um triangulo isósceles em branco,  que vai de uma ponta a outra do escudo, com o emblema da ASMIR de Três Corações centralizado. Sobre o campo azul marinho, o símbolo da Marinha de Tamandaré. No campo verde bandeira o símbolo do Exército de Caxias. No campo em ouro o símbolo da Força Aérea de Eduardo Gomes. O escudo é timbrado com a Coroa Naval formada de um diadema de ouro ornamentada de pedrarias com quatro popas de galeão e quatro velas redondas brancas, sendo visíveis apenas uma popa, duas velas e duas meias popas. Sotoposto listel de prata ondulado com a legenda em letras verdes bordadas em ouro, de tipo elzevir, “SIGNIFICANT EST SUM”.
   
   
   
   
   
   
   
                                                                               
                                                                               
  A CANÇÃO DA ASMIR  
   
 

Letra:     Ten Ilígio Cesário de Souza,

              Sgt Ramon Celso de Oliveira

Música:     Sgt Rodrigo Azambuja

Arranjo:    Sgt Carlos Antonio Braga

 
   
 

Na ativa cumprimos nosso dever,

na reserva mantemos alegria

em viver,... e a Pátria servir...

 

Asmir... Asmir...

Valorizando o existir!

 

A farda para nós da reserva,

trazemos no nosso coração,

pensando no bem comum,

e no amor à nossa nação.

Asmir... Asmir...

Valorizando o existir!

 

Nosso líder homem culto e prudente,

grande amigo, sincero e leal

Caldeira, eterno Presidente

O nosso General.

 

Asmir... Asmir...

Valorizando o existir!

 
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
                                                                               
                                                                               
 

MARECHAL FLORIANO PEIXOTO

PATRONO DA ASMIR

 
   
   
 

Floriano Vieira Peixoto nasceu em 30 de abril de 1839 na cidade de Maceió, no Alagoas. Era filho de lavradores pobres, tendo sido criado pelo Coronel José Vieira de Araújo Peixoto seu tio e padrinho. Cursou o primário em Maceió e a Escola Militar no Rio de Janeiro, onde foi morar com 16 anos. Nas fileiras do Exército revelou distinção e bravura, notadamente na Guerra do Paraguai, da qual participou até o desfecho final, em Cerro Corá. Como troféu da batalha guardou a manta do cavalo de Solano Lopes.

Quando teve início o "Movimento Republicano" em 1889 ocupava o posto de General-de-Campo Ajudante, segundo posto abaixo do Ministro do Exército, que na época era o Visconde de Ouro Preto. Recusou-se a fazer parte da conspiração, e também não se dispôs a combater as tropas republicanas rebeladas.

Após a Proclamação da República, ocupou o Ministério da Guerra, em 1890, tendo sido eleito Vice-Presidente de Deodoro da Fonseca no ano seguinte. Com a renúncia de Deodoro, apesar da Constituição versar em seu art. 4 novas eleições quando o presidente renunciasse antes de dois anos,  Floriano permaneceu em seu cargo, alegando que a própria Constituição  

 
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
 

abria uma exceção, ao determinar  que  a  exigência  só  se  aplicava  a  Presidentes  eleitos diretamente pelo povo, assumindo assim o papel de "Consolidador da República", governando até o final de seu mandato, em 1894.
Governou em um período bastante conturbado por movimentos rebeldes, entre eles duas Revoltas da Armada no Rio de Janeiro, chefiadas pelos Almirantes Custódio de Melo e Saldanha da Gama, e, em especial, e Revolução Federalista no Rio Grande do Sul liderada por Silveira Martins, político de destaque durante o Império, e que tinha como objetivo destituir Floriano Peixoto do poder. A vitória de Floriano sobre essa segunda revolta fez com que o Governador de Santa Catarina Hercílio Luz, em 10 de outubro de 1894, em sua homenagem decretasse a controversa mudança de nome da Capital de Nossa Senhora do Desterro para Florianópolis.

Floriano Peixoto lançou uma ditadura de salvação nacional. Seu governo foi de orientação nacionalista e centralizadora, tendo demitido todos os governadores que apoiaram Deodoro da Fonseca.

Na chamada Segunda Revolta da Armada agiu de forma contundente vencendo-a de maneira implacável, ao contrário de Deodoro. Recebeu a alcunha de "Marechal de Ferro" devido à sua atuação enérgica e ditatorial, pois agiu com determinação ao debelar as sucessivas rebeliões que marcaram os primeiros anos da República do Brasil.

Em seu governo determinou a reabertura do Congresso e, entre outras medidas econômicas em decorrência dos efeitos causados pela crise financeira gerada pelo estouro da bolha financeira do Encilhamento, o controle sobre os preços dos gêneros alimentícios de primeira necessidade, e dos aluguéis.

Floriano Peixoto entregou o poder em 15 de novembro de 1894 a Prudente de Morais, tendo abandonado a carreira política assim que deixou a Presidência. Veio a falecer no ano seguinte, no dia 26 de junho de 1895, em sua fazenda no Ribeirão da Divisa, atual Distrito de Floriano, no Município de Barra Mansa, Rio de Janeiro. Deixou um testamento político, no qual dizia que "Consolidador da República" foram, na verdade, as diversas forças que fizeram a República.

 
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
   
                                                                               
                                                                               
                                                                               

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